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Polícia Científica participa de exercício internacional com atuação em perícias ambientais no Pantanal

A participação da Polícia Científica no exercício se deu por meio de 10 peritos criminais da Capital e dos núcleos regionais de Coxim, Corumbá e Aquidauana.

Sáb, 28 Março de 2026 | Fonte: Maria Ester Jardim Rossoni/Comunicação PCi-MS


Polícia Científica participa de exercício internacional com atuação em perícias ambientais no Pantanal

Realizado pela primeira vez no Brasil, o Exercício Cooperación XI reúne, em Campo Grande, forças de diferentes países em treinamento voltado à resposta a desastres naturais e ao apoio a autoridades civis. Na quinta-feira (26), a Polícia Científica de Mato Grosso do Sul participou da atividade com uma de suas frentes rotineiras de atuação: a realização de perícias ambientais em áreas de difícil acesso no Pantanal.

A participação da Polícia Científica no exercício se deu por meio de 10 peritos criminais da Capital e dos núcleos regionais de Coxim, Corumbá e Aquidauana, os quais efetivaram deslocamentos aéreos com equipes envolvidas da Base Aérea de Campo Grande até áreas previamente indicadas pelas autoridades requisitantes, para fins de exames periciais ambientais.

Com o apoio aéreo, as equipes conseguiram otimizar o acesso aos pontos previamente mapeados e realizar, em solo, a verificação dos vestígios, com registro fotográfico georreferenciado para documentação pericial.

“O deslocamento aéreo facilita o acesso a regiões onde o percurso terrestre é limitado e permite direcionar a atuação com mais precisão”, afirma o perito criminal Yuri Hokama, chefe do NPE (Núcleo de Perícias Externas) que coordenou a atividade pela Polícia Científica.

Durante a ação, também foi avaliada a possibilidade de utilização de VANT, o Veículo Aéreo Não Tripulado, como ferramenta complementar para o mapeamento das áreas periciadas.

Segundo o chefe do NPE, os trabalhos incluíram ainda o alinhamento das informações nos laudos periciais ambientais, com definição dos elementos essenciais para facilitar a análise pelas autoridades requisitantes. “A proposta é garantir que os laudos tragam as informações necessárias de forma clara e organizada, respeitando as particularidades de cada caso”, afirma.

Ao longo da semana, peritos da Capital e do interior também participaram de treinamento voltado ao uso de software de georreferenciamento, ferramenta que auxilia na identificação, localização e validação das áreas analisadas.

Correio de Corumbá

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