35 ℃

Política

Justiça Federal extingue processos do sistema GISA em Campo Grande

O programa que buscava inovação tecnológica foi criado na gestão de Nelsinho Trad, capitaneado pelo Secretário Municipal Luiz Henrique Mandetta.

Qui, 30 Março de 2023 | Fonte: Da Assessoria


Justiça Federal extingue processos do sistema GISA em Campo Grande
Luiz Henrique Mandetta e o senador Nelsinho Trad - Foto: Arquivo/PSD

Com a atuação e o pleito do escritório Kohl Advogados, A 4ª Vara Federal de Campo Grande declarou extintas as ações de improbidade administrativa relacionadas com o sistema GISA, projeto encabeçado pela Prefeitura Municipal de Campo Grande, no ano de 2010.

Para tanto, a partir das manifestações desta banca de advocacia, em defesa de seus clientes (Luiz Henrique Mandetta e Nelson Trad Filho), o Juiz Federal da 4ª Vara de Campo Grande decidiu que o Ministério Público Federal era parte ilegítima do feito, bem como que a União não possuía interesse na lide, razão pela qual extinguiu os processos e determinou a remessa dos feitos para a Justiça Estadual, acaso essa entende ser necessária a adoção de providências.

O sistema GISA foi criado no ano de 2010, durante a gestão do então Prefeito Municipal Nelson Trad Filho, capitaneado pelo Secretário Municipal de Saúde à época, Luiz Henrique Mandetta. Tratava-se de uma inovação tecnológica na saúde de Campo Grande, por meio da qual buscava-se a integralização, sofisticação e comunicação da saúde municipal. 

Para tanto, a Prefeitura Municipal de Campo Grande, durante os anos de 2010 à 2012, criou um grupo multidisciplinar, com mais de 40 servidores públicos, para acompanhar e debater as melhorias a serem criadas pelo sistema GISA na Administração Pública.

 No entanto, a gestão da Administração Pública Municipal não deu prosseguimento ao projeto, de modo que esse não saiu do “papel”. Por tais razões, o Ministério Público Federal ingressou com ações de improbidade administrativa em face da gestão de Nelson Trad Filho, alegando que o Município realizou os pagamentos dos serviços, enquanto eles não teriam sido entregues. Ao contrário do alegado pelo MPF, a Polícia Civil e o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul atestaram que a gestão de 2009/2012 não foi a responsável pela inexecução contratual.

Correio de Corumbá

SIGA-NOS NO Correio de Corumbá no Google News

 
 
 

Veja Também

Vereador pede recuperação de pavimento em ruas dos bairros Popular Velha e Guatós

Para melhorar as condições de tráfego e minimizar riscos de acidentes, o vereador Roberto Façanha está solicitando à Prefeitura de Corumbá, a realização de s...

ALEMS celebra 92 anos do voto feminino e debate participação das mulheres na política

Neste sábado, 24 de fevereiro, a conquista do voto feminino no Brasil completa 92 anos. Foi com o Código Eleitoral de 1932 que as mulheres passaram a ter o d...

Em parceria com a Sudeco, UFMS apresenta Plano de Desenvolvimento e Integração da Faixa de Fronteira do Centro-Oeste

Na próxima segunda-feira (26), a partir das 9h30, a Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) apresentará o Plano de Desenvolvimento e Integ...

Últimas Notícias