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Ahmad Schabib Hany

NÃO É FILME, É PROJETO GOLPISTA DE PODER

Ter, 29 Setembro de 2026 | Fonte: Ahmad Schabib Hany


Depois de ouvir várias vezes o conteúdo da mensagem vazada há meses do 'Zero-hum' para Vorcaro -- que o pastor André Mendonça desconsiderou (por razões óbvias) --, foi possível inferir que se trata de financiamento de projeto golpista de poder, jamais de filme.



Como as organizações criminosas que promovem o terrorismo de Estado são loucas por dinheiro e poder, coube aos filhos do coiso executar o projeto de financiamento -- intitulado 'Dark Horse', mas que poderia ser 'Trojan Horse' (Cavalo de Troia), pois é disso que se trata --, e assim recorreram àquele que ficou incumbido de saquear, via sistema financeiro, o contribuinte brasileiro, fosse ele servidor público, via fundos de pensão, ou aposentado pelo INSS, via descontos não autorizados de crédito consignado.

A familícia do inominável e seus serviçais mais próximos passaram todo o mandato do imprestável, entre 2019 e 2022, ensaiando, ensaiando, ensaiando e chegaram à conclusão de que seu cérebro não estava à altura de um golpe bem planejado, daí a necessidade da contratação de 'experts' nessa área. E, para eles, melhor se esses mercenários vierem da terra que eles amam mais que o país em que nasceram, os EUA.

Como as organizações criminosas que promovem o terrorismo de Estado são loucas por dinheiro e poder, coube aos filhos do coiso executar o projeto de financiamento -- intitulado 'Dark Horse', mas que poderia ser 'Trojan Horse' (Cavalo de Troia), pois é disso que se trata --, e assim recorreram àquele que ficou incumbido de saquear, via sistema financeiro, o contribuinte brasileiro, fosse ele servidor público, via fundos de pensão, ou aposentado pelo INSS, via descontos não autorizados de crédito consignado.

E qual o nome do sequaz da familícia flagrado (porque pode e deve haver outros)? Daniel Vorcaro, cujo 'banco' foi criado e impulsionado por meio de crimes continuados no mandato de Jair Bolsonaro, para ser o patrocinador -- ou peão mediador, intermediário -- como 'dono' do Banco Master, daí porque o 'Zero-hum' não sentiu qualquer constrangimento no difícil momento em que Vorcaro se encontrava para deixar mensagem gravada cobrando-o sobre o... 'filme': Flávio entende dessas coisas, não se esqueçam de sua expertise.

Agora dá para entender por que nem a CPI comandada por 'impolutos ungidos' senadores e deputados ligados à igreja da Lagoinha e muito menos o pastor 'ungido' para o STF pelo inominável tinham 'motivação' para elucidar o crime, aliás, os crimes? -- artefato meticulosamente planejado desde Miami, Nova York e Washington (Casa Branca, Departamento de Estado e CIA-Mossad), porque o adestramento não é feito para habilitá-los e dar-lhes autonomia, mas para torná-los cada vez mais dependentes dos 'assessores principais', tal como o argentino Cerimedo foi do presidente-fantoche boliviano Rodrigo Paz.

E que fique claro para quem quer, deliberadamente, cometer suicídio cívico ao votar em milicianos e traidores da pátria: o candidato-denorex precisa, de qualquer jeito, se eleger, sob pena de todo esse projeto podre de poder ruir e enterrar bilhões (bilhões!) de reais sobejamente gastos em prevaricação, procrastinação, perjúrio, conspurcação e (sic) fornicação importada a preço exorbitante (10 mil reais a noitada, per capita, e sem direito a prorrogação).

Então, o anônimo eleitor passa a ser deliberadamente cúmplice destes crimes continuados, iniciados em 2020 com mais de 700 mil mortes inocentes -- entre eles diversos Amigos muito queridos, como Padre Pasquale Forin e Andrés Corrales Menacho -- durante a pandemia de covid-19, tipificado como crime de lesa-humanidade. E o mais grave: agora acrescido da tipificação de lesa-pátria, pela entrega do patrimônio e da soberania nacionais a uma potência estrangeira que saqueia, rouba e mata em territórios próximos de nós -- com carta assinada pelo traíra-mor que, em vez de currículo, possui folha corrida de fazer inveja aos maiorais da América toda, do norte ao sul.

Em busca de mercenários
Assim que a intentona de 8 de janeiro malogrou, os emissários da familícia correram para diversos países liderados por partidos de extrema-direita (além dos latino-americanos, estiveram na Itália, Hungria e Alemanha, na Europa, e no estado sionista que se apossou da Palestina em 1947 e agora quer toda a Arábia, Patagônia, Terra do Fogo 'y otras cositas más') à procura de mercenários com cérebros mais inteligentes que os dos três patetas (agora quatro, porque o 'Zero-quatro' já sabe reconhece a sua vocação) e a mina de ouro, isto é, o esquema bilionário já estava montado.

Esses mercenários digitais são bem relacionados com os ícones da direita dos Estados Unidos, agora inquilinos da Casa Branca, da qual Marco Rubio é sua maior referência. É dele a cínica consigna e abjeta práxis: "destrua seu país e mate seu povo, que Donald Trump reconhecerá seu grande serviço para o bem dos Estados Unidos". Em síntese, o resumo executivo do candidato-denorex.

Se isso não fosse verdade, por que o 'Zero-dois' (que acaba de perder o cargo de escrivão de polícia por abandono de emprego) teria se mudado para fazer 'estágio de trairagem' contra seu país na terra dos apátridas? Ele é fiador disso tudo (e se algo der errado, vira refém dos criminosos com os quais se envolveu, por isso não pode haver calote ou algo que o valha).

Apenas para recordar, durante o regime de 1964, a Associação Democrática Mato-grossense (Ademat) e a Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, da Família e da Propriedade (TFP) promoveram a famigerada 'Operação Tarrafa', conforme reportagens do Jornalista Vasconcelo Quadros, no site 'Campo Grande News', em que cita registros dos Amigos Sérgio Cruz e Lairson Palermo (companheiros queridos de luta pela democratização na década de 1980 em Campo Grande). Não por acaso, Campo Grande, depois de ter sido vanguarda política por breve período, a capital do estado teve recaída desavergonhada depois da funesta administração André Puccinelli, padrinho de Reinaldo Azambuja e superado por Eduardo Riedel. Atualmente a FIEMS, federação patronal mais poderosa do estado, que teve movimentação financeira questionada na imprensa, vem promovendo intimidação judicial ao exercício profissional dos jornalistas e ao portal Midiamax, postura corajosamente repudiada pelo SINDJOR-MS (Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul) e pela FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas) mediante nota em âmbito nacional.

'Homem-bomba'
O pastor André Mendonça entrará para a história por ter, acintosamente, sido o destruidor de reputações de seus colegas de toga, verdadeiro 'homem-bomba', por não ter seguido seu papel constitucional conforme a liturgia do cargo. Quando foi anunciado como 'terrivelmente evangélico', ninguém poderia imaginar que fosse capaz de implodir o Supremo Tribunal Federal por dentro da Corte.

E pensar que até um tempo atrás era atribuída aos árabes -- particularmente aos combatentes xiitas, iranianos em sua maioria -- a pecha de serem 'homens-bomba': o ministro pastor mirou a careca luminosa do ministro Alexandre de Moraes e acertou a honra de quase todos os ministros da Corte, sobretudo de seu irmão de nomeação, o KN. Se há alguém nessa corte precisando de muita prece, pelo visto, é o próprio pastor, que confunde seu papel de juiz com o de justiceiro, que pode até propiciar popularidade efêmera, como dos 'heróis' descartados da Lava-Jato, mas a um preço que cristão que se preze jamais ousaria...

'Missão impossível'
Os presidentes Lula e Dilma têm grandes entregas protagonizadas em seus respectivos mandatos presidenciais, inegavelmente. Há, contudo, um erro recorrente imperdoável em suas nomeações para o Supremo e a PGR (com honrosas exceções, é verdade), talvez por causa de sua obstinada postura republicana, que seus antecessores e sucessores jamais levaram em conta.

O ministro Alexandre de Moraes -- é bom que lembremos que foi nomeado por Michel Temer, que nunca foi 'de esquerda' --, altivo, corajoso e determinado, fez a sua parte como ninguém no enquadramento dos líderes, incentivadores e organizadores (além dos financiadores) da intentona de 8 de janeiro de 2023, com competência e resolutividade. Inquestionavelmente já entrou para a História como um grande defensor do Estado Democrático de Direito, razão pela qual rábulas recalcados o detestam tanto quanto os condenados pela intentona da familícia.

O Decano da Corte, ministro Gilmar Mendes -- nomeado por Fernando Henrique Cardoso, ex-intelectual de esquerda que, eleito presidente, pediu que esquecêssemos o que escrevera --, que já havia dado um sonoro chega-prá-lá no efêmero e imprevisível ministro Joaquim Barbosa, e depois de constatar o nível de promiscuidade -- ou melhor, a pusilanimidade total, inclusive intelectual -- dos 'gusanos' lavajatistas, reafirmou sua postura de hábil juiz, de erudição impecável. Depois da intentona de 2023, sobretudo, deu eloquente demonstração de intransigente compromisso com o Estado Democrático de Direito.

Não podemos dizer o mesmo do titubeante Fachin, da envergonhada Carmen, do insólito Toffoli, do previsível Fux ["we trust in Fux", lembram-se?] e do (toc, toc, toc!) desmoralizado KN -- este, justiça seja feita, nomeado pelo pai do candidato-denorex. Senão por convicção, estes senhores ministros precisam revigorar sua práxis e compromisso de servidores públicos com o Estado Democrático de Direito, em conformidade com o juramento feito quando de sua posse no Supremo. Já passou da hora de tirarem de vez esse samba de uma nota só, como quem pede desculpas por existir...

Ministros mais recentes na Corte, Cristiano Zanin e Flávio Dino, indiscutível e convincentemente, são os que têm procurado fazer tabela com o Decano e o vice-presidente da Corte, respectivamente Mendes e Moraes, na desgastada junto à opinião pública (manipulada pela mídia corporativa) mas imprescindível defesa do Supremo como guardião da Constituição e protetor do Estado Democrático de Direito.

Cheguei a escrever uma carta aberta aos ministros do STF para enviar-lhes no Dia da Proclamação da Independência, mas a conduta nada ortodoxa, para dizer o mínimo, do pastor André Mendonça me demoveu da iniciativa, porque "Inês era morta".

Pastor Mendonça, em nome não de sua fé (com a qual, aliás, não tenho qualquer identidade), mas de seu juramento perante a República Federativa do Brasil, comporte-se como servidor público que é e cumpra com lealdade e civismo com o que a Constituição Cidadã, da qual sou dos anônimos mobilizadores ainda vivos, preconiza e sacraliza.

Pastor André, respeite e faça respeitar com dignidade e humildade o legado de brasileiros que deram o melhor de si para elaborar com generosidade e altruísmo a Carta Constitucional conduzida com galhardia e isonomia pelo Doutor Ulysses da Silveira Guimarães, Senhor Diretas, Senhor Constituição, de saudosa memória.

A História, da qual sou humilde testemunha, saberá reconhecer os paladinos verdadeiros da cidadania e separá-los do joio, este repleto de aventureiros ávidos de poder, popularidade e dinheiro, esse vil metal condenado por Jesus Cristo com clarividência e sabedoria.

Gratidão
Graças a três Amigos muito especiais, desses que a gente ganha de presente da Vida, consegui fazer algumas inferências, com base no cruzamento de informações chegadas do outro lado da linha de fronteira, onde se encontram os covardes foragidos da Justiça depois do fracasso da intentona de 8 de janeiro de 2023 em Brasília. É de um dos sócios de Cerimedo o original do projeto fake de filme, como passou a ser chamado o milionário projeto de poder da familícia, tendo Vorcaro e o Banco Master como intermediadores da dinheirama para a farsa, um 'Robin Hood' às avessas.

Em Santa Cruz de la Sierra se encontram alguns desses foragidos (por acaso dois deles de Corumbá), com os quais Cerimedo estreitou seus laços enquanto 'fazia campanha' (disseminava e 'turbinava' mentiras) no primeiro turno para um candidato regional de ascendência coreana cujo candidato a presidente, Jorge "Tuto" (com a letra 't', por favor) Quiroga, ficou fora do segundo turno das eleições presidenciais na Bolívia, razão pela qual Rodrigo Paz se entregou ao irresistível poder de sedução do argentino, cuja primeira namorada foi a filha do presidente (inca)Paz, também abduzida pelo 'chanta', como se diz em Buenos Aires, por ter vendido mais de uma vez o mesmo apartamento, antes de seu envolvimento com a corajosa Nadia Beller.

Não por acaso, os geniais fiéis de Nossa Senhora Aparecida, neste embate oportuno e imprescindível -- e que o KN deixe de assanhamento, pois nada deterá o debate legítimo e indignado contra a tentativa sorrateira de destituir a Padroeira do Brasil, gostem ou não os fornicadores e conspurcadores --, escreveram em diversos lugares que "a Padroeira protege o Brasil da ladroeira". Amém! Que assim seja! Oxalá! Insha'Allah!
 

Correio de Corumbá

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