Cultura
Celebração dos 246 anos de Corumbá prossegue com Concerto Especial da Manoel Florêncio
O evento é totalmente gratuito à população e começa às 20 horas na Praça Generoso Ponce, no mesmo palco onde foi realizado o Ninhal da Dança.
Ter, 17 Setembro de 2024 | Fonte: Da Assessoria

As celebrações pelos 246 anos de Corumbá prosseguem nesta quinta-feira, 19 de setembro, com o Concerto Especial da Banda Manoel Florêncio. O evento é totalmente gratuito à população e começa às 20 horas na Praça Generoso Ponce, no mesmo palco onde foi realizado o Ninhal da Dança.
“A programação festiva foi carinhosamente preparada pela Prefeitura para valorizar os artistas da cidade, também com apresentações regionais e nacionais. Neste Concerto Especial, contaremos com as participações especiais do Coral Municipal Cidade Branca e do Coro Bem-te-vi”, detalhou o diretor-presidente da Fundação da Cultura e do Patrimônio Histórico de Corumbá, Joilson Cruz.
Catorze canções vão convidar os espectadores a um passeio por diferentes estilos e épocas. Músicas que marcaram os 246 anos da maior cidade da região pantaneira também terão espaço de destaque, como “Caminho Eu”, “Trem do Pantanal” e a “Cantiga de Amor a Corumbá”, composta por Clio Proença e Silva Neto.

Histórico
Para promover a formação de novos músicos para integrar os quadros da Banda Municipal Manoel Florêncio, surgiu, no ano de 1963, o Curso Preliminar de Música, pelo qual passaram gerações de crianças e jovens corumbaenses, vindo a transformar-se, no ano de 2013, na Academia Municipal de Música Manoel Florêncio (AMANF), projeto sociocultural que atende anualmente cerca de 300 pessoas, a partir dos sete anos de idade, ministrando aulas de musicalização, teoria musical, solfejo, história da música, iniciação à técnica instrumental e vocal.
Dentro da Academia, além das aulas teóricas e práticas, os conhecimentos obtidos são aplicados nos conjuntos de performance musical, como o Coral Cidade Branca, Coro Infantil Bem-te-vi, a Orquestra Jovem AMANF, quarteto Pantanal em Prelúdio, banda teen, entre outros. Assim, a ‘Manoel Florêncio’ prepara e lapida os seus talentos ‘em casa’, preparando-os para serem não apenas músicos de qualidade, muitos dos quais atualmente são profissionais de excelência no meio musical, integrando Bandas e Orquestras civis e militares de norte a sul do Brasil, inclusive no exterior, mas também pessoas com sensibilidade capaz de apreciar a beleza das coisas boas da vida, mesmo nos seus momentos mais desafiadores.
Fundado no ano de 2005, o Coral Municipal Cidade Branca surgiu como uma ferramenta de fomento à música vocal na cidade, consolidando-se como uma das grandes forças culturais em nossa região, apresentando-se nos mais diversos contextos e lugares, sempre encantando a plateia com seu vasto e eclético repertório, e executando peças imortais, em parceria com Bandas e Orquestras da cidade, como a Banda Municipal Manoel Florêncio e as Bandas militares da Marinha e do Exército Brasileiro.

Após quase três anos em hiato, no ano de 2021 o Cidade Branca ressurge, agora integrado à Academia Municipal de Música Manoel Florêncio, e com uma nova identidade, já como um conjunto selecionado e de alta performance, cujos integrantes, após aprovação em rigoroso processo seletivo, são contemplados com a Bolsa-Auxílio à Produção Cultural, instituída pela Lei Complementar 302/22, aprovada por unanimidade pela Câmara Municipal, e sancionada pelo prefeito Marcelo Iunes.
O grupo atualmente conta com trinta cantores e um pianista acompanhador, e é dirigido pelo maestro Roberto Vinícius Vianna de Oliveira.
Já o O Coro Infantil Bem-te-vi surgiu no ano de 2013, dentro da Academia Municipal de Música Manoel Florêncio, como um laboratório de musicalização, no qual as crianças entre 07 e 12 anos aprendem a música através da vivência concreta, por meio da ludicidade, da experimentação e da descoberta.
No ano de 2019, por iniciativa das próprias crianças, o Coro recebeu a denominação de "Coro Infantil Bem-te-vi" quando um passarinho entrou na sala de aula e roubou a cena com seu canto. E assim se formou a identidade do grupo: 'roubar a cena', fazendo da música, mais do que um veículo de aprendizado e interação social, uma poderosa ferramenta aglutinadora, que agrega conhecimento e oportunidades.
O grupo, que atualmente conta com 30 integrantes, é dirigido, desde sua criação, pelo maestro Roberto Oliveira, especialista em educação musical, e pedagogia vocal, com ênfase em regência coral.
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