Cultura
Projeto “De Ponto a Ponto” aporta em Corumbá com espetáculo e intercâmbio no Moinho Cultural
Gratuita, a ação integra a política pública dos Pontos de Cultura e já passou por Campo Grande, Ponta Porã e Aquidauana antes de chegar ao coração do Pantanal.
Qua, 07 Maio de 2025 | Fonte: Assessoria de Imprensa

Com poesia, riso e escuta sensível, o projeto “De Ponto a Ponto” chega a Corumbá nesta sexta-feira (9), de semana, desembarcando no Instituto Moinho Cultural Sul-Americano com uma programação especial. Às 9h45 uma vivência de circo e teatro e, às 16h, o espetáculo “O Mini Cirquim das Arábias”, às 16h e uma série de vivências que vêm tocando comunidades por todo o Mato Grosso do Sul. Gratuita, a ação integra a política pública dos Pontos de Cultura e já passou por Campo Grande, Ponta Porã e Aquidauana antes de chegar ao coração do Pantanal.
Quem também está ansioso para a visita é o ator e palhaço Frank Salomão, integrante do trio que protagoniza o espetáculo do “Mini Cirquim das Arábias”. “O Moinho é um ponto de cultura muito bem estabelecido no Estado, com muitos anos de trabalho. Eu ainda não conheci o espaço em Corumbá, mas já vi apresentações deles em Campo Grande. Tenho uma expectativa muito grande de encontrar os professores e os alunos que fazem essa história acontecer. A troca que acontece durante as oficinas é muito rica — é um momento de conexão entre fazedores de arte, um fio que costura tudo isso de ponto a ponto no Estado”.
Reconhecido como Pontão de Cultura em 2024, o Moinho atende gratuitamente mais de 450 crianças e adolescentes do Brasil e da Bolívia com aulas de música, dança, literatura e tecnologia. “Nossa trajetória reforça a identidade como território de resistência e pertencimento — especialmente neste lugar singular que é a fronteira entre Brasil e Bolívia”, reforça Márcia. No último ano, o Instituto também recebeu o título de Melhor ONG de Cultura do Brasil e, pela segunda vez, Melhor ONG do Mato Grosso do Sul.
Quem também está ansioso para a visita é o ator e palhaço Frank Salomão, integrante do trio que protagoniza o espetáculo do “Mini Cirquim das Arábias”. “O Moinho é um ponto de cultura muito bem estabelecido no Estado, com muitos anos de trabalho. Eu ainda não conheci o espaço em Corumbá, mas já vi apresentações deles em Campo Grande. Tenho uma expectativa muito grande de encontrar os professores e os alunos que fazem essa história acontecer. A troca que acontece durante as oficinas é muito rica — é um momento de conexão entre fazedores de arte, um fio que costura tudo isso de ponto a ponto no Estado”.
Além dos espetáculos e oficinas, o projeto também promove rodas de conversa, escuta e intercâmbio. “A gente conhece os projetos, as histórias e o impacto direto desses pontos na vida das pessoas. Em cada cidade, encontramos crianças, mulheres e comunidades transformadas pela arte.
Em Ponta Porã, vimos o brilho nos olhos das crianças ao assistirem ao espetáculo pela primeira vez; em Aquidauana, meninas chegaram de bicicleta e disseram nunca terem ido a um circo. Isso mostra a potência do que estamos levando”, completa Frank.
Fomento à cultura – Criado em 2004, dentro do Programa Cultura Viva, os Pontos de Cultura são reconhecidos oficialmente desde 2014 com a Lei Cultura Viva (Lei nº 13.018/2014), como instrumentos de valorização da cultura de base comunitária. Contudo, nos últimos anos, esta política esteve paralisada devido aos reveses do cenário político. E, agora, no atual Governo Federal, ela é retomada e volta a receber apoio com as Leis Paulo Gustavo (LPG) e Aldir Blanc (LAB).
Ao lado de Frank, estão Yago Garcia e Mauro Guimarães, no espetáculo, e Laila Pulchério e Marta Guimarães na produção cultural. Para Mauro, o projeto também reforça a urgência de garantir políticas culturais duradouras. “Os Pontos de Cultura dão suporte à arte local. Sem fomento público, muita coisa morre antes de florescer. Precisamos de continuidade, de permanência, e não apenas ações pontuais. Daí a importância dos pontos de cultura”.
Quem também está ansioso para a visita é o ator e palhaço Frank Salomão, integrante do trio que protagoniza o espetáculo do “Mini Cirquim das Arábias”. “O Moinho é um ponto de cultura muito bem estabelecido no Estado, com muitos anos de trabalho. Eu ainda não conheci o espaço em Corumbá, mas já vi apresentações deles em Campo Grande. Tenho uma expectativa muito grande de encontrar os professores e os alunos que fazem essa história acontecer. A troca que acontece durante as oficinas é muito rica — é um momento de conexão entre fazedores de arte, um fio que costura tudo isso de ponto a ponto no Estado”.
Reconhecido como Pontão de Cultura em 2024, o Moinho atende gratuitamente mais de 450 crianças e adolescentes do Brasil e da Bolívia com aulas de música, dança, literatura e tecnologia. “Nossa trajetória reforça a identidade como território de resistência e pertencimento — especialmente neste lugar singular que é a fronteira entre Brasil e Bolívia”, reforça Márcia. No último ano, o Instituto também recebeu o título de Melhor ONG de Cultura do Brasil e, pela segunda vez, Melhor ONG do Mato Grosso do Sul.Quem também está ansioso para a visita é o ator e palhaço Frank Salomão, integrante do trio que protagoniza o espetáculo do “Mini Cirquim das Arábias”. “O Moinho é um ponto de cultura muito bem estabelecido no Estado, com muitos anos de trabalho. Eu ainda não conheci o espaço em Corumbá, mas já vi apresentações deles em Campo Grande. Tenho uma expectativa muito grande de encontrar os professores e os alunos que fazem essa história acontecer. A troca que acontece durante as oficinas é muito rica — é um momento de conexão entre fazedores de arte, um fio que costura tudo isso de ponto a ponto no Estado”.
Além dos espetáculos e oficinas, o projeto também promove rodas de conversa, escuta e intercâmbio. “A gente conhece os projetos, as histórias e o impacto direto desses pontos na vida das pessoas. Em cada cidade, encontramos crianças, mulheres e comunidades transformadas pela arte.
Em Ponta Porã, vimos o brilho nos olhos das crianças ao assistirem ao espetáculo pela primeira vez; em Aquidauana, meninas chegaram de bicicleta e disseram nunca terem ido a um circo. Isso mostra a potência do que estamos levando”, completa Frank.
Fomento à cultura – Criado em 2004, dentro do Programa Cultura Viva, os Pontos de Cultura são reconhecidos oficialmente desde 2014 com a Lei Cultura Viva (Lei nº 13.018/2014), como instrumentos de valorização da cultura de base comunitária. Contudo, nos últimos anos, esta política esteve paralisada devido aos reveses do cenário político. E, agora, no atual Governo Federal, ela é retomada e volta a receber apoio com as Leis Paulo Gustavo (LPG) e Aldir Blanc (LAB).
Ao lado de Frank, estão Yago Garcia e Mauro Guimarães, no espetáculo, e Laila Pulchério e Marta Guimarães na produção cultural. Para Mauro, o projeto também reforça a urgência de garantir políticas culturais duradouras. “Os Pontos de Cultura dão suporte à arte local. Sem fomento público, muita coisa morre antes de florescer. Precisamos de continuidade, de permanência, e não apenas ações pontuais. Daí a importância dos pontos de cultura”.O projeto “De Ponto a Ponto” é uma realização do Circo do Mato, com recursos da Lei Paulo Gustavo (LPG), do MinC – Ministério da Cultura, Governo Federal, e apoio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), Setesc e Governo do Estado. Para acompanhar os próximos destinos e registros dessa viagem cultural, acesse o Instagram: @circodomato.
Serviço:
Projeto "De Ponto a Ponto" – Circo do Mato
Espetáculo com indicação livre e intérprete de Libras
Corumbá
Ponto de Cultura Moinho Cultural Sul-Americano – Rua Domingos Sahib, n.º 300, Beira-Rio
09/05 (sexta-feira)
Às 9h45 | Vivência e roda de conversa
Às 16h | Espetáculo
Ivinhema
Ponto de Cultura Fundação Nelito Câmara – Rua André Molina, n.º 264, Piravevê
16/05 (sexta-feira)
Às 8h30 | Vivência e roda de conversa
Às 15h30 | Espetáculo


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